quarta-feira, 15 de julho de 2009

Actividades físicas podem reduzir sentimento de falta de esperança

Homens que são fisicamente mais activos parecem ter uma visão mais optimista da vida, segundo estudo finlandês publicado na revista BMC Public Health.
Segundo os investigadores, do Hospital Universitário Kuopio, na Finlândia, a falta de esperança pode aumentar o efeito do sedentarismo nas doenças cardíacas e no risco de morte.

Os especialistas entrevistaram mais de 2.400 homens com idades entre 42 e 60 anos sobre o seu humor e nível de actividades físicas e avaliaram-nos quando ao condicionamento físico. As análises indicaram que aqueles que gastavam menos de uma hora por semana a fazer exercícios físicos de moderados a vigorosos eram 37% mais propensos a sentirem-se sem esperança, comparados com aqueles que se exercitavam pelo menos 2,5 horas semanais.

Os participantes que apresentaram mais altos níveis de desesperança tinham "características mais pronunciadas" de síndrome metabólica, um conjunto de sintomas que aumentam os riscos de doença cardíaca e diabetes tipo 2. Também eram menos activos e estavam em pior forma física. E os exercícios vigorosos mostraram-se mais eficazes na redução desse sentimento negativo.

De acordo com os investigadores, mesmo considerando depressão, idade, tabagismo, nível socioeconómico e outros factores relevantes, a relação entre os níveis de actividade física e o sentimento de esperança permanecia considerável.

E os resultados indicam que ser activo pode ajudar a "melhorar ou proteger contra sentimentos de desespero". Análises mais profundas mostraram que a depressão e esperança, embora distintas, estão relacionadas.

2009-07-15
Fonte: Saúde Sapo

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Brownie

Rende 16 porções.

Ingredientes
3/4 chávena de farinha de trigo
2/3 de chávena de cacau em pó
2 c.c. de fermento em pó
1/8 de c.c. de sal
1 chávena de açúcar
1/4 chávena de manteiga derretida
2 ovos
1/4 chávena de chocolate meio amargo picado grosso
2 c.s. de açúcar confeiteiro, opcional

Modo de preparar

Preaqueça o forno a 180ºC. Unte uma forma quadrada antiaderente de 20 cm com gotas de óleo ou use spray.

Misture em uma tigela grande, a farinha, o cacau, o fermento e o sal. Em outra tigela, junte e bata o açúcar e a manteiga. Acrescente aos poucos a mistura da farinha, enquanto bate. Acrescente o chocolate e envolva delicadamente. Transfira para a forma preparada.

Asse por 28-32 minutos até que inserindo um palito este saia limpo. Deixe esfriar na temperatura ambiente por 30 minutos, antes de desenformar.

Corte em 16 quadrados e salpique o açúcar confeiteiro, usando uma peneira para espalhar.

Informações nutricionais / porção
Porção: 141 calorias (1 porção), 2 g de proteína, 25 g de carboidrato, 5 g de gordura, 2 g de fibra.
Chá gelado para acompanhar....

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Associe-se a ComMedida

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quarta-feira, 8 de julho de 2009

IPSS

Já apresentamos os papeis para ser uma Instituição de solidariedade social.
Já estamos a espera da resposta.
Ao sermos uma IPSS, estaremos mais proximo de si.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Estudo mostra que pais sabem pouco sobre distúrbios alimentares

Um estudo realizado no Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) sobre os distúrbios alimentares mostrou que há confusão nos conceitos de anorexia e bulimia, além de forte sentimentos como culpa e impotência em familiares. De acordo com os pesquisadores Cybele Ribeiro Espíndola e Sérgio Luís Blay, as distorções envolvem ainda pessimismo dos pais em relação à recuperação do paciente portador de anorexia nervosa e subestimação da doença. Por vezes, segundo autores, os sentimentos são contraditórios. As conclusões estão na última edição da "Revista de Saúde Pública".

Os pesquisadores chegaram aos resultados com base em revisão e análise de artigos publicados na literatura especializada entre 1990 e 2006. Os estudos selecionados mostram a situação de familiares após o diagnóstico de distúrbio alimentar, todos com pacientes do sexo feminino. O contato inicial com a doença cria nos pais a ansiedade e o medo. "Muitas vezes, eles expressam a incredulidade com relação ao diagnóstico", descreve os autores.

"A subestimação foi associada à crença de que as alterações do comportamento da filha seria uma postura típica e natural da adolescência", descreve os autores. Isso pode ocorrer tanto pela falta de conhecimento do distúrbio quanto pelo mecanismo da negação da doença. Culpa, tristeza e sensação de impotência são os mais relacionados pela família, que ainda expressam o medo de perder seu parente portador do transtorno. De acordo com a pesquisa, os pais também se sentem responsáveis pelo desenvolvimento do transtorno alimentar de suas filhas, além de acreditarem que seus próprios hábitos e atitudes alimentares poderiam ter influenciado o comportamento delas.

AE

Da Agência Estado
Em São Paulo