Estudo efectuado pela Universidade de Northwestern afirma que comer durante o horário de sono pode provocar aumento de peso
Segundo o jornal New York Times, a pesquisa foi conduzida para se averiguar se o comer durante a noite contribuía para o aumento de peso devido a razões comportamentais, tais como comer em excesso enquanto se vê televisão, ou por motivos psicológicos.
Os resultados revelaram que os ratos que comiam durante as horas normais de sono tinham, em média, um aumento de 48% do seu peso, enquanto que aqueles que comiam o mesmo mas nas horas normais registaram apenas um aumento de 20%.
Estudos realizados em humanos têm que ser realizados de forma a determinar se as horas de consumo de comida afectam realmente o peso, afirmaram os investigadores.
"Após o pôr-do-sol não existem frigoríficos, nem comida disponível", afirmou Fred Turek, investigador principal do estudo, referindo-se ao tempo do homem primitivo.
"Simplesmente não comiam a essas horas, e as pessoas consomem a maior parte das suas calorias depois do pôr-do-sol", concluiu.
Fonte: Upi
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terça-feira, 6 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Mulheres comem mais em companhia de outras mulheres
De acordo com um estudo da Universidade McGill, no Canadá, as mulheres consomem mais comida quando estão juntamente com outras mulheres.
"Mulheres que comem em grupos de mulheres tendem a aumentar os valores calóricos dos alimentos escolhidos", afirma o estudo, acrescentando que aquelas que comem em menores grupos de amigas acabam por comer menos, e se a companhia for masculina o consumo é ainda menor.
Foram observados 469 homens e mulheres universitários que comiam em três cafetarias diferentes, tendo os investigadores notado que quando as mulheres estavam na companhia de um homem consumiam cerca de 552 calorias, mas com uma mulher esse consumo aumentava para 665 calorias. Estas diferenças não foram constatadas entre indivíduos do sexo masculino.
"A hipótese que gostaríamos de manter agora refere-se à sinalização social", destacou a investigadora Meredith Young. Segundo a própria, as mulheres querem parecer mais atraentes, especialmente se estiverem num encontro romântico ou se parceiro estiver à mesa,
Assim, acabam frequentemente por controlar a quantidade de comida que comem para transmitir uma impressão positiva.
Fonte: Boa Saúde
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"Mulheres que comem em grupos de mulheres tendem a aumentar os valores calóricos dos alimentos escolhidos", afirma o estudo, acrescentando que aquelas que comem em menores grupos de amigas acabam por comer menos, e se a companhia for masculina o consumo é ainda menor.
Foram observados 469 homens e mulheres universitários que comiam em três cafetarias diferentes, tendo os investigadores notado que quando as mulheres estavam na companhia de um homem consumiam cerca de 552 calorias, mas com uma mulher esse consumo aumentava para 665 calorias. Estas diferenças não foram constatadas entre indivíduos do sexo masculino.
"A hipótese que gostaríamos de manter agora refere-se à sinalização social", destacou a investigadora Meredith Young. Segundo a própria, as mulheres querem parecer mais atraentes, especialmente se estiverem num encontro romântico ou se parceiro estiver à mesa,
Assim, acabam frequentemente por controlar a quantidade de comida que comem para transmitir uma impressão positiva.
Fonte: Boa Saúde
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domingo, 4 de outubro de 2009
Excesso de peso provoca maior desgaste nas articulações
Segundo um estudo publicado na revista científica Radiology, o excesso de peso e a obesidade podem causar um impacto significativo na artrite, provocando um desgaste mais acelerado das cartilagens do joelho.
A equipa investigadores avaliou 336 pacientes com excesso de peso e que apresentavam risco de osteoartrite, uma doença das articulações que progride lentamente, mas que pode piorar mais rapidamente em alguns pacientes.
Durante 30 meses de acompanhamento, 20,2% tiveram uma perda lenta de cartilagem, sendo que em quase 6% esse desgaste era mais rápido.
Juntamente com a pré-existência de um dano ou lesão na cartilagem, as análises revelaram que a inflamação nas articulações e acumulação de líquido nas juntas e o excesso de peso e a obesidade estavam associados a uma rápida perda de cartilagem.
Para cada unidade a mais no IMC (índice de massa corporal), havia um aumento de 11% nos riscos de perda rápida de cartilagem.
"Sabemos que a perda de peso é, provavelmente, o factor mais importante para retardar a progressão da doença", afirmou Frank W. Roemer, líder do estudo.
"Mais estudos terão de mostrar se outras medidas, como vitaminas ou tratamento direccionado das lesões na medula óssea irão ajudar a retardar a progressão", acrescentou o especialista, destacando ainda que a doença não tem cura.
Fontes: EcoDiario
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A equipa investigadores avaliou 336 pacientes com excesso de peso e que apresentavam risco de osteoartrite, uma doença das articulações que progride lentamente, mas que pode piorar mais rapidamente em alguns pacientes.
Durante 30 meses de acompanhamento, 20,2% tiveram uma perda lenta de cartilagem, sendo que em quase 6% esse desgaste era mais rápido.
Juntamente com a pré-existência de um dano ou lesão na cartilagem, as análises revelaram que a inflamação nas articulações e acumulação de líquido nas juntas e o excesso de peso e a obesidade estavam associados a uma rápida perda de cartilagem.
Para cada unidade a mais no IMC (índice de massa corporal), havia um aumento de 11% nos riscos de perda rápida de cartilagem.
"Sabemos que a perda de peso é, provavelmente, o factor mais importante para retardar a progressão da doença", afirmou Frank W. Roemer, líder do estudo.
"Mais estudos terão de mostrar se outras medidas, como vitaminas ou tratamento direccionado das lesões na medula óssea irão ajudar a retardar a progressão", acrescentou o especialista, destacando ainda que a doença não tem cura.
Fontes: EcoDiario
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sábado, 3 de outubro de 2009
SABIA QUE...
...A “chocodependência” tem sobretudo a ver com o açúcar?
Em termos biológicos, somos facilmente impelidos a escolher alimentos doces e ricos em gordura porque são os alimentos que nos fornecem mais energia. Naturalmente que hoje estamos longe de continuar a precisar de armazenar calorias!
Assim, o que experenciamos quando pensamos em chocolate é a expectativa de algo doce e agradável, e não uma verdadeira dependência.
O chocolate contém, de facto, algumas substâncias psicoactivas. Mas estas encontram-se em quantidades tão ínfimas que acredito que teríamos de consumir uma banheira cheia de chocolate para conseguirmos uma dose potencialmente viciante.
E agora, que ficou sem desculpa, vai continuar a comer chocolate?
Carina Barroca
Nutricionista
Em termos biológicos, somos facilmente impelidos a escolher alimentos doces e ricos em gordura porque são os alimentos que nos fornecem mais energia. Naturalmente que hoje estamos longe de continuar a precisar de armazenar calorias!
Assim, o que experenciamos quando pensamos em chocolate é a expectativa de algo doce e agradável, e não uma verdadeira dependência.
O chocolate contém, de facto, algumas substâncias psicoactivas. Mas estas encontram-se em quantidades tão ínfimas que acredito que teríamos de consumir uma banheira cheia de chocolate para conseguirmos uma dose potencialmente viciante.
E agora, que ficou sem desculpa, vai continuar a comer chocolate?
Carina Barroca
Nutricionista
Grupo de Apoio
Grupo de Suporte às Terças-feiras
Das 20:30h às 22h00.
Das 20:30h às 22h00.

Igreja de São Tomás de Aquino
R. Virgílio Correia, 1600 São Domingos de Benfica, Lisboa.
(perto da Loja do Cidadão das laranjeiras)
Nota:
Entrada pelas traseiras da Igreja - Rua Ginestal Machado, através de um portão gradeado preto. A sala onde decorreram as sessões dos Grupos estará devidamente assinalada.
Transportes:
Metro das laranjeiras; Autocarro 726
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