quarta-feira, 4 de abril de 2012

O que a Commedida oferece


Para tornar-se Sócio da Commedida
20€ de Jóia de Inscrição + 20 € de Cota Mensal – (1 sessão de grupo semanal)
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Reuniões em Lisboa
Av. Almirante Reis, 152 
Quartas feiras 19h às 21h  (agradecemos pontualidade)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Abril 2012 - Novos Grupos em Lisboa!

Novos Grupos em Lisboa!

1ª Sessão de apresentação grátis no dia 28 de Março as 19h
Av. Almirante Reis, 152
As reuniões dos Novos grupos de Entreajuda  vão começar em  
4 de Abril 2012 -
 19H às 21H
 
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais



Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
Publicado em janeiro/2012.

domingo, 28 de agosto de 2011

164 milhões de obesos nos EUA até 2030


Estados Unidos devem chegar a 2030 com 164 milhões de obesos, mostra estudo
O Globo (saude@oglobo.com.br)

RIO - Pesquisa publicada na revista Lancet, numa série sobre obesidade, analisa os números de americanos e britânicos que sofrem do problema, e seus impactos na prevalência de doenças e custos com saúde pública. Os resultados mostram que os Estados Unidos e o Reino Unido, que têm as maiores taxas de obesidade entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), devem chegar ao ano de 2030 com 65 milhões e 11 milhões de adultos obesos a mais.

Há hoje 99 milhões de indivíduos obesos nos Estados Unidos e 15 milhões no Reino Unido. A prevalência difere de acordo com o sexo e o grupo étnico. Nos EUA, cerca de um quarto de todos os homens são obesos (independentemente da etnia). Quase metade das americanas negras (46%) sofrem do problema, comparadas com um terço das hispânicas e 30% das brancas.

Já no Reino Unido, a proporção de homens brancos obesos (19%) é só um pouco maior que a de homens negros (17%), e muito maior que a de asiáticos (11%). Um terço das mulheres negras britânicas são obesas, comparadas com uma em cinco mulheres brancas e uma em seis asiáticas.

Os autores elaboraram muitos cenários em seus modelos de análise. No primeiro, usaram dados americanos de 1988 a 2008 e britânicos de 1993 a 2008, para construir tendências históricas. A continuação da tendência até 2030 mostraria um cenário onde a prevalência da obesidade nos EUA cresceria de 32%, em 2008, para 50%, em 2030, entre os homens, e de 35% para entre 45% e 52%, entre as mulheres.

No Reino Unido, a prevalência de obesidade entre os homens cresceria de 26% para entre 41% e 48%. Entre as mulheres, passaria de 26% para entre 35% e 43%. Isso significaria uma estimativa de 65 milhões de adultos a mais nos EUA em 2030 - com o total de obesos somando 164 milhões -, enquanto que no país europeu haveria mais 11 milhões de adultos obesos - dando um total de 26 milhões de pessoas com o problema.

Essa realidade elevaria os custos do tratamento de doenças relacionadas com a obesidade para US$ 66 bilhões por ano nos EUA em 2030 (um aumento de 2,6% nos gastos totais com saúde). No Reino Unido, o aumento seria de 2 bilhões de libras por ano, fazendo os custos gerais com saúde subirem 2%.

Nos EUA, os gastos especificamente com causas relacionadas à obesidade aumentaria de 13% para 16% ao ano, com um quarto devido ao envelhecimento da população. No Reino Unido, os gastos com doenças relacionadas com a obesidade cresceriam mais rapidamente devido a sua população mais velha (a idade média dos homens nos Estados Unidos é de 36 anos e de 38 no Reino Unido). Assim, no Reino Unido os gastos de saúde com obesidade passariam para 25% ao ano, com 10% devido apenas ao envelhecimento.

O cenário acima significaria 7,8 milhões de casos extra de diabetes nos EUA em 2030, 6,8 milhões de casos de doença do coração e acidente vascular cerebral, e 539 mil novos casos de câncer. No Reino Unido, isso representaria 668 mil casos a mais de diabetes, 461 mil de doença coronariana e 130 mil de câncer.

Os autores, das universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e de Oxford, no Reino Unido, dizem que os muitos problemas de saúde crônicos e agudos associados ao excesso de peso é um fardo para uma sociedade - não apenas por afetar negativamente a qualidade de vida no que diz respeito à saúde, mas também por representar custos para os indivíduos afetados e para a sociedade como um todo, principalmente com os gastos da saúde pública, mas também pela queda da produtividade.

Plantão | Publicada em 26/08/2011 às 10h53m
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/

sábado, 27 de agosto de 2011

IMC

O índice de massa corporal (IMC) é a divisão do peso, em quilos, pelo quadrado da altura. O resultado mostra se você está ou não no peso ideal