sexta-feira, 11 de maio de 2012

8 tácticas para comer menos

Está difícil de controlar a alimentação? Então, aposte nas nossas dicas, que são simples e realmente funcionam

8 táticas para comer menos  
oto: Thinkstock

 
Por mais disciplinada que você seja, é comum escorregar na dieta de vez em quando. Mas, quando esses deslizes se tornam muito frequentes, os resultados não aparecem e as chances de você jogar tudo para o alto são enormes. Então, para ajudá-la a ir em frente, pontuamos 8 dicas infalíveis e fáceis de colocar em prática.

1. Coma em prato pequeno
Na hora da refeição, troque o prato raso pelo de sobremesa. O truque é simples, mas ajuda a não exagerar no tamanho das porções e a manter o controle durante a dieta.

2. Não leve as panelas (tachos) para a mesa

Monte o prato antes de se sentar e não coloque panelas e travessas na mesa durante as refeições. Pode parecer besteira, mas deixar a comida à disposição estimula a repetição do prato e fica mais difícil resistir às tentações.

3. Comece pela salada
Começar a refeição pela salada faz com que você se sinta satisfeita com menos comida. Mas não vale apostar no truque e encher o prato de ingredientes calóricos e molhos gordurosos: o ideal é uma saladinha bem variada e colorida e temperada com azeite, vinagre, limão e sal.

4. Água gelada e gelatina diet
Trinta minutos antes de almoçar ou jantar, você pode beber um copo de água gelada e/ou comer uma gelatina diet. Essa dica também é simples, mas é o suficiente para evitar que você exagere na comida.

5. Chocolate meio amargo
Que tal comer um chocolate meio amargo (no máximo 30g) 5 minutinhos antes das refeições? Delícia! A dica, além de gostosa, funciona porque o sabor intenso engana a fome.

6. Planeje as compras
Na hora de fazer supermercado, vá munida de uma lista com as coisas que você precisa para não cair em tentação. Evitar o corredor de guloseimas também dá aquela força para resistir. "Ter alimentos calóricos na dispensa é uma armadilha perigosa. Faça um estoque de petiscos saudáveis", ensina Lígia Henriques, nutricionista de São Paulo. Além disso, evite ir às compras quando estiver na TPM ou com fome.

7. Organize o menu
Estabelecer um cardápio light para a semana ajuda bastante na hora de manter a dieta. Outra maneira de evitar as escorregadas é levar lanchinhos sempre com você para não ficar no aperto. "Quando tiver um evento, coma antes, mesmo que seja apenas uma fruta ou iogurte, para não depender apenas do cardápio do local", sugere a especialista.

8. Faça o registro alimentar
Anotar tudo o que você come durante o dia é um jeito de manter o controle sobre a sua alimentação. "Estudos indicam que, ao fazer esse registo, ingerimos de 20 a 30% menos calorias durante a semana", conta Ligia. Fazer o diário alimentar também ajuda você a identificar as suas situações de risco, acompanhar sua evolução e organizar a dieta.

Fonte:  Nádia Tamanaha

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Serviços e Apoio

A CoMMedida é uma organização de âmbito nacional que trabalha com técnicos especializados.

Somos uma instituição independente, que interage directamente com as pessoas afectadas por distúrbios alimentares, com as suas famílias e com os profissionais que estão a tratá-las. O nosso objectivo é facilitar a compreensão, a comunicação e o contacto entre estes grupos.

Além deste site - que oferecemos uma série de serviços e de apoio.

Linhas de Apoio

Operamos por telefone, e-mail e chat online

Telefone: 965493081

Email: commedida@gmail.com

Apoio online através do MSN Messenger: commedida@hotmail.com (para sócios com marcação)

Auto-Ajuda

A nossa Rede de Auto-Ajuda é executada por profissionais, com experiência em distúrbios alimentares – ou por pessoas que já passaram por um distúrbio alimentar.

Formação e Conferências

A CoMMedida oferece formação na área de psicologia e nutrição, e organiza conferências sobre saúde, educação e apoio social.

A formação e as Conferências abrangem informações básicas sobre os sinais, sintomas e factores de risco dos distúrbios alimentares.

O objectivo é proporcionar aos profissionais das mais diversas áreas o conhecimento e a compreensão de que necessitam para trabalhar e apoiar quem tem ou está em risco de ter um distúrbio alimentar.

Apoio à investigação

A CoMMedida trabalha com especialistas clínicos em distúrbios alimentares e contribuí para a realização de pesquisas académicas e clínicas.

Financiamento

A CoMMedida é financiada a partir de diversas fontes.

• As quotas dos associados

• Serviços de formação especializada para os profissionais da saúde, educação e assistência social

• Doações de pessoas particulares

• Doações de empresas ao abrigo da Lei do Mecenato

• Concessões do Ministério da Saúde e Segurança Social

O que a Commedida oferece


Para tornar-se Sócio da Commedida
20€ de Jóia de Inscrição + 20 € de Cota Mensal – (1 sessão de grupo semanal)
Preços/Modalidade de Pagamento
 As 4 primeiras consultas de Psicologia ou Nutrição
20 € cada
Entrega de relatório de Avaliação Psicológica
Acresce 20 €
Total
100 €
O valor das consultas subsequentes depende da condição de tornar-se Sócio ou não. 

Se for Sócio
Consultas (com entrega do IRS)
4 primeiras Consultas: 20€ cada
Restantes consultas (mín. 20€ e máx. 45 €) consoante o escalão do IRS.

Se não for Sócio
Consultas (não entrega o IRS)
4 primeiras Consultas: 20€ cada
Restantes, 45 euros por consulta.

Para não Sócio da Commedida
 10 € por sessão de grupo


Reuniões em Lisboa
Av. Almirante Reis, 152 
Quartas feiras 19h às 21h  (agradecemos pontualidade)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Abril 2012 - Novos Grupos em Lisboa!

Novos Grupos em Lisboa!

1ª Sessão de apresentação grátis no dia 28 de Março as 19h
Av. Almirante Reis, 152
As reuniões dos Novos grupos de Entreajuda  vão começar em  
4 de Abril 2012 -
 19H às 21H
 
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os cinco maiores arrependimentos dos pacientes terminais



Recentemente foi publicado nos Estados Unidos um livro que tem tudo para se transformar em um best seller daqueles que ajudam muita gente a mudar sua forma de enxergar a vida. The top five regrets of the dying (algo como “Os cinco principais arrependimentos de pacientes terminais”) foi escrito por Bonnie Ware, uma enfermeira especializada em cuidar de pessoas próximas da morte.
Para analisar a publicação, convidamos a Dra. Ana Cláudia Arantes – geriatra e especialista em cuidados paliativos do Einstein – que comentou, de acordo com a sua experiência no hospital, cada um dos arrependimentos levantados pela enfermeira americana. Confira abaixo.

1. Eu gostaria de ter tido coragem de viver uma vida fiel a mim mesmo, e não a vida que os outros esperavam de mim

“À medida que a pessoa se dá conta das limitações e da progressão da doença, esse sentimento provoca uma necessidade de rever os caminhos escolhidos para a sua vida, agora reavaliados com o filtro da consciência da morte mais próxima”, explica Dra. Ana Cláudia.
“É um sentimento muito frequente nessa fase. É como se, agora, pudessem entender que fizeram escolhas pelas outras pessoas e não por si mesmas. Na verdade, é uma atitude comum durante a vida. No geral, acabamos fazendo isso porque queremos ser amados e aceitos. O problema é quando deixamos de fazer as nossas próprias escolhas”, explica a médica.
“Muitas pessoas reclamam de que trabalharam a vida toda e que não viveram tudo o que gostariam de ter vivido, adiando para quando tiverem mais tempo depois de se aposentarem. Depois, quando envelhecem, reclamam que é quando chegam também as doenças e as dificuldades”, conta.

2. Eu gostaria de não ter trabalhado tanto

“Não é uma sensação que acontece somente com os doentes. É um dilema da vida moderna. Todo mundo reclama disso”, diz a geriatra.
“Mas o mais grave é quando se trabalha em algo que não se gosta. Quando a pessoa ganha dinheiro, mas é infeliz no dia a dia, sacrifica o que não volta mais: o tempo”, afirma.
“Este sentimento fica mais grave no fim da vida porque as pessoas sentem que não têm mais esse tempo, por exemplo, pra pedir demissão e recomeçar”.

3. Eu gostaria de ter tido coragem de expressar meus sentimentos

“Quando estão próximas da morte, as pessoas tendem a ficar mais verdadeiras. Caem as máscaras de medo e de vergonha e a vontade de agradar. O que importa, nesta fase, é a sinceridade”, conta.
“À medida que uma doença vai avançando, não é raro escutar que a pessoa fica mais carinhosa, mais doce. A doença tira a sombra da defesa, da proteção de si mesmo, da vingança. No fim, as pessoas percebem que essas coisas nem sempre foram necessárias”.
“A maior parte das pessoas não quer ser esquecida, quer ser lembrada por coisas boas. Nesses momentos finais querem dizer que amam, que gostam, querem pedir desculpas e, principalmente, querem sentir-se amadas. Quando se dão conta da falta de tempo, querem dizer coisas boas para as pessoas”, explica a médica.

4. Eu gostaria de ter mantido contato com meus amigos

“Nem sempre se tem histórias felizes com a própria família, mas com os amigos, sim. Os amigos são a família escolhida”, acredita a médica. “Ao lado dos amigos nós até vivemos fases difíceis, mas geralmente em uma relação de apoio”, explica.
“Não há nada de errado em ter uma família que não é legal. Quase todo mundo tem algum problema na família. Muitas vezes existe muita culpa nessa relação. Por isso, quando se tem pouco tempo de vida, muitas vezes o paciente quer preencher a cabeça e o tempo com coisas significativas e especiais, como os momentos com os amigos”.
“Dependendo da doença, existe grande mudança da aparência corporal. Muitos não querem receber visitas e demonstrar fraquezas e fragilidades. Nesse momento, precisam sentir que não vão ser julgados e essa sensação remete aos amigos”, afirma.

5. Eu gostaria de ter me deixado ser mais feliz

“Esse arrependimento é uma conseqüência das outras escolhas. É um resumo dos outros para alguém que abriu mão da própria felicidade”.
“Não é uma questão de ser egoísta, mas é importante para as pessoas ter um compromisso com a realização do que elas são e do que elas podem ser. Precisam descobrir do que são capazes, o seu papel no mundo e nas relações. A pessoa realizada se faz feliz e faz as pessoas que estão ao seu lado felizes também”, explica.
“A minha experiência mostra que esse arrependimento é muito mais dolorido entre as pessoas que tiveram chance de mudar alguma coisa. As pessoas que não tiveram tantos recursos disponíveis durante a vida e que precisaram lutar muito para viver, com pouca escolha, por exemplo, muitas vezes se desligam achando-se mais completas, mais em paz por terem realmente feito o melhor que podiam fazer. Para quem teve oportunidade de fazer diferente e não fez, geralmente é bem mais sofrido do ponto de vista existencial”, alerta.

Dica da especialista

“O que fica bastante claro quando vejo histórias como essas é que as pessoas devem refletir sobre suas escolhas enquanto têm vida e tempo para fazê-las”.
“Minha dica é a seguinte: se você pensa que, no futuro, pode se arrepender do que está fazendo agora, talvez não deva fazer. Faça o caminho que te entregue paz no fim. Para que no fim da vida, você possa dizer feliz: eu faria tudo de novo, exatamente do mesmo jeito”.
De acordo com Dra. Ana Cláudia, livros como este podem ajudar as pessoas a refletirem melhor sobre suas escolhas e o modo como se relacionam com o mundo e consigo mesmas, se permitindo viver de uma forma melhor. “Ele nos mostra que as coisas importantes para nós devem ser feitas enquanto temos tempo”, conclui a médica.
Publicado em janeiro/2012.