Lisboa, 14 de Setembro de 2009
Nos termos do Art.º 12, nº 3 dos estatutos da CoMMedida – Associação de Apoio a Doentes do Comportamento Alimentar, convoco uma Assembleia-Geral para o próximo dia 3 de Outubro de 2009 (Sábado), pelas 10h00m, que vai ter lugar na sede da associação – Estrada da Luz, nº 118, 2º Frente, 1600-162 Lisboa.
Se à hora marcada não se encontrar presente ou representada pelo menos metade dos Associados com direito de voto, a Assembleia Geral reunirá em segunda convocatória, pelas 10h30m, no mesmo local, com o número de Associados que estiver presente ou representado, nos termos do Art.º 15º dos Estatutos.
A Ordem de Trabalhos é a seguinte:
1- Demissão em bloco da Presidente e da Vogal da Direcção; e da Presidente e Vice-Presidente da Assembleia Geral;
2- Eleição dos novos órgão directivos da CoMMedida.
3 – Revisão dos estatutos: Mudança da Sede.
De acordo com o Artigo 8º, nº 4, as candidaturas para os órgãos sociais devem constar de três listas separadas, sendo uma para cada um dos órgãos e deverão ser apresentadas ao Presidente da Mesa da Assembleia Geral, até quinze dias antes da realização da Assembleia Geral eleitoral.
A posse dos membros que integram os órgãos sociais é conferida pelo Presidente da Mesa da Assembleia Geral, mantendo-se em funções os membros cessantes até aquela data.
Com os melhores cumprimentos,
Cátia Barroca
Presidente da Mesa da Assembleia Geral
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Obesidade e tabaco são responsáveis por até 70% dos cancros
Especialistas alertam que factores de risco como a obesidade ou o tabaco são os responsáveis por até 70 por cento de todos os casos de cancro.
A Dra. María Álvarez, oncologista do Instituto Madrileno de Oncologia e assessora da Associação Espanhola contra o Cancro, mencionou outros factores de risco, como a exposição solar prolongada ou uma dieta inadequada muito rica em gorduras, além da obesidade, que aumenta o risco de sofrer de cancro até 50 por cento, e do tabaco, que é um factor importante para o desenvolvimento de tumores.
A oncologista destacou que o cancro pode ser prevenido numa percentagem muito elevada de casos, o que depende dos factores externos citados.
A especialista explicou ainda que existem três tipos de prevenção: os tratamentos de prevenção primária, secundária e terciária.
Em relação à prevenção primária, esta consiste numa série de actuações para evitar que se entre em contacto com o agente cancerígeno. Neste âmbito, figuram factores como não fumar, evitar a obesidade, fazer exercício físico, não consumir álcool, ter hábitos de alimentação saudáveis, nos quais se incluam frutas e verduras, ter as vacinas em dia, manter a segurança no trabalho, pois existem actividades onde os trabalhadores estão em contacto com substâncias cancerígenas.
Por outro lado, a prevenção secundária pretende diagnosticar a tempo um tumor, ou seja, impedir a evolução do cancro mediante um diagnóstico precoce, mesmo quando o tumor ainda não apresentou sintomas.
Por último, a prevenção terciária acontece após o cancro ser diagnosticado. Neste âmbito, englobam-se os tratamentos oncológicos e as medidas psicossociais para a reabilitação do paciente.
Fontes: EcoDiario
Publicado por Isabel Marques em www.farmacia.com.pt
Enviado por H.Vargas
A Dra. María Álvarez, oncologista do Instituto Madrileno de Oncologia e assessora da Associação Espanhola contra o Cancro, mencionou outros factores de risco, como a exposição solar prolongada ou uma dieta inadequada muito rica em gorduras, além da obesidade, que aumenta o risco de sofrer de cancro até 50 por cento, e do tabaco, que é um factor importante para o desenvolvimento de tumores.
A oncologista destacou que o cancro pode ser prevenido numa percentagem muito elevada de casos, o que depende dos factores externos citados.
A especialista explicou ainda que existem três tipos de prevenção: os tratamentos de prevenção primária, secundária e terciária.
Em relação à prevenção primária, esta consiste numa série de actuações para evitar que se entre em contacto com o agente cancerígeno. Neste âmbito, figuram factores como não fumar, evitar a obesidade, fazer exercício físico, não consumir álcool, ter hábitos de alimentação saudáveis, nos quais se incluam frutas e verduras, ter as vacinas em dia, manter a segurança no trabalho, pois existem actividades onde os trabalhadores estão em contacto com substâncias cancerígenas.
Por outro lado, a prevenção secundária pretende diagnosticar a tempo um tumor, ou seja, impedir a evolução do cancro mediante um diagnóstico precoce, mesmo quando o tumor ainda não apresentou sintomas.
Por último, a prevenção terciária acontece após o cancro ser diagnosticado. Neste âmbito, englobam-se os tratamentos oncológicos e as medidas psicossociais para a reabilitação do paciente.
Fontes: EcoDiario
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domingo, 13 de setembro de 2009
Obesidade associada à recorrência do cancro da próstata
Um estudo norte-americano, publicado na revista científica “Cancer”, revelou que a obesidade aumenta o risco de recorrência do cancro da próstata tanto nos homens caucasianos como nos homens negros, confrontando investigações anteriores que sugeriam que a obesidade poderia ser mais significativa para os homens de raça negra.
De acordo com o investigador principal, o Dr. Stephen Freedland, do Centro Médico da Universidade Duke, a obesidade leva a um pior prognóstico de cancro em ambos os grupos.
O Dr. Freedland e o Dr. Jayakrishnan Jayachandran examinaram registos médicos de 1415 pacientes com cancro da próstata que se tinham submetido a uma prostatectomia radical. Os investigadores descobriram que a raça não tinham qualquer influência na relação entre a obesidade e a agressividade do cancro.
O Dr. Jayachandran referiu que descobriram que um Índice de Massa Corporal (IMC) mais elevado estava associado a um aumento significativo do risco de recorrência do cancro para ambas as raças.
Os investigadores referiram que não é clara a razão pela qual a obesidade aumenta o risco de recorrência do cancro da próstata, mas a alteração dos níveis hormonais pode ter influência.
A obesidade está associada a níveis mais elevados de estrogénio e mais reduzidos de testosterona, podendo acontecer que os níveis mais baixos de testosterona promovam tumores mais agressivos, como foi sugerido por estudos recentes.
Outras alterações relacionadas com a obesidade na produção de hormonas, tais como a insulina, o factor de crescimento semelhante à insulina ou a leptina, podem estar também envolvidas no desenvolvimento de um cancro da próstata mais agressivo.
Fontes: MedlinePlus
Publicado por Isabel Marques em www.farmacia.com.pt
Enviado por H.Vargas
De acordo com o investigador principal, o Dr. Stephen Freedland, do Centro Médico da Universidade Duke, a obesidade leva a um pior prognóstico de cancro em ambos os grupos.
O Dr. Freedland e o Dr. Jayakrishnan Jayachandran examinaram registos médicos de 1415 pacientes com cancro da próstata que se tinham submetido a uma prostatectomia radical. Os investigadores descobriram que a raça não tinham qualquer influência na relação entre a obesidade e a agressividade do cancro.
O Dr. Jayachandran referiu que descobriram que um Índice de Massa Corporal (IMC) mais elevado estava associado a um aumento significativo do risco de recorrência do cancro para ambas as raças.
Os investigadores referiram que não é clara a razão pela qual a obesidade aumenta o risco de recorrência do cancro da próstata, mas a alteração dos níveis hormonais pode ter influência.
A obesidade está associada a níveis mais elevados de estrogénio e mais reduzidos de testosterona, podendo acontecer que os níveis mais baixos de testosterona promovam tumores mais agressivos, como foi sugerido por estudos recentes.
Outras alterações relacionadas com a obesidade na produção de hormonas, tais como a insulina, o factor de crescimento semelhante à insulina ou a leptina, podem estar também envolvidas no desenvolvimento de um cancro da próstata mais agressivo.
Fontes: MedlinePlus
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sábado, 12 de setembro de 2009
Obesidade associada a um maior risco de Alzheimer
O excesso de peso e a obesidade podem levar a um encolhimento de algumas áreas do cérebro, bem como a um maior risco de desenvolver a doença de Alzheimer. Esta é a opinião de investigadores norte-americanos que compararam o cérebro de 95 idosos, incluindo pessoas com peso a mais, obesidade e peso normal, tendo descoberto uma diferença significativa entre eles.
Os resultados revelaram que as pessoas obesas apresentavam tecido cerebral 8% vezes menor comparativamente a pessoas com peso normal, tendo o excesso de peso sido associado a uma redução de 4% do tecido cerebral. As análises revelaram ainda que as regiões mais afectadas pela redução, nomeadamente nos lobos frontal e temporal, áreas importantes do cérebro para o planeamento e para a memória, e ainda em regiões envolvidas na atenção e funções executivas e no movimento.
Os especialistas acreditam que essa perda de massa cerebral pode ser responsável por importantes deficits cognitivos.
"É uma grande perda de tecido, e ela esgota as suas reservas cognitivas, colocando a pessoa num risco muito maior de Alzheimer e outras doenças que atacam o cérebro", afirmou Paul Thompson, líder do estudo.
O risco da doença de Alzheimer pode ser reduzido através de uma alimentação saudável, praticamente regularmente exercício físico e mantendo o peso sob controlo, acrescentaram ainda os investigadores.
Apesar dos resultados, são necessários mais estudos para confirmar a relação entre a obesidade e problemas cognitivos, e desvendar as possíveis razões e mecanismos envolvidos.
Fonte: Boa Saúde
Publicado por pedro Santos em www.farmacia.com.pt
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Os resultados revelaram que as pessoas obesas apresentavam tecido cerebral 8% vezes menor comparativamente a pessoas com peso normal, tendo o excesso de peso sido associado a uma redução de 4% do tecido cerebral. As análises revelaram ainda que as regiões mais afectadas pela redução, nomeadamente nos lobos frontal e temporal, áreas importantes do cérebro para o planeamento e para a memória, e ainda em regiões envolvidas na atenção e funções executivas e no movimento.
Os especialistas acreditam que essa perda de massa cerebral pode ser responsável por importantes deficits cognitivos.
"É uma grande perda de tecido, e ela esgota as suas reservas cognitivas, colocando a pessoa num risco muito maior de Alzheimer e outras doenças que atacam o cérebro", afirmou Paul Thompson, líder do estudo.
O risco da doença de Alzheimer pode ser reduzido através de uma alimentação saudável, praticamente regularmente exercício físico e mantendo o peso sob controlo, acrescentaram ainda os investigadores.
Apesar dos resultados, são necessários mais estudos para confirmar a relação entre a obesidade e problemas cognitivos, e desvendar as possíveis razões e mecanismos envolvidos.
Fonte: Boa Saúde
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Dieta pobre em hidratos de carbono prejudica as artérias
Cientistas norte-amerianos afirmam que as dietas pobres em hidratos de carbono e ricas em proteínas aumentam o risco de enfartes e ataques cardíacos por serem prejudiciais para as artérias
A equipa de investigadores do Beth Deaconess Medical Center, da Universidade de Harvard, testou três tipos de dietas diferentes em camundongos, notando que a alimentação rica em peixes, carnes e queijo provocava danos às artérias dos roedores.
Os animais foram divididos em três grupos, tendo o primeiro recebido uma dieta padrão, o segundo uma dieta ocidental rica em gordura, e o terceiro uma dieta pobre em hidratos e rica em proteínas.
Após o período de 12 semanas, os investigadores analisaram os animais, tendo identificado que a dieta pobre em hidratos não tinha alterado os níveis de colesterol nos animais testados. No entanto, a equipa identificou uma diferença significativa no impacto na arteriosclerose, formação de uma placa de gordura na parede arterial que pode conduzir a ataques cardíacos e enfartes.
Os resultados revelaram que os camundongos que receberam a dieta pobre em hidratos tinham ganho menos peso mas desenvolvido 15% mais de arteriosclerose comparativamente aos que seguiram a dieta padrão. Quanto ao grupo que recebeu a dieta ocidental registou um aumento de 9% nos níveis de arteriosclerose.
Apesar de não terem conseguido explicar as razões desse efeito, os investigadores sugerem que as dietas pobres em hidratos podem afectar o modo como as células da medula óssea limpam os depósitos de gordura nas artérias.
“Tudo indica que uma dieta equilibrada, combinada com exercícios frequentes é provavelmente melhor para a maioria das pessoas”, concluíram os investigadores.
Fonte: BBC
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A equipa de investigadores do Beth Deaconess Medical Center, da Universidade de Harvard, testou três tipos de dietas diferentes em camundongos, notando que a alimentação rica em peixes, carnes e queijo provocava danos às artérias dos roedores.
Os animais foram divididos em três grupos, tendo o primeiro recebido uma dieta padrão, o segundo uma dieta ocidental rica em gordura, e o terceiro uma dieta pobre em hidratos e rica em proteínas.
Após o período de 12 semanas, os investigadores analisaram os animais, tendo identificado que a dieta pobre em hidratos não tinha alterado os níveis de colesterol nos animais testados. No entanto, a equipa identificou uma diferença significativa no impacto na arteriosclerose, formação de uma placa de gordura na parede arterial que pode conduzir a ataques cardíacos e enfartes.
Os resultados revelaram que os camundongos que receberam a dieta pobre em hidratos tinham ganho menos peso mas desenvolvido 15% mais de arteriosclerose comparativamente aos que seguiram a dieta padrão. Quanto ao grupo que recebeu a dieta ocidental registou um aumento de 9% nos níveis de arteriosclerose.
Apesar de não terem conseguido explicar as razões desse efeito, os investigadores sugerem que as dietas pobres em hidratos podem afectar o modo como as células da medula óssea limpam os depósitos de gordura nas artérias.
“Tudo indica que uma dieta equilibrada, combinada com exercícios frequentes é provavelmente melhor para a maioria das pessoas”, concluíram os investigadores.
Fonte: BBC
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