quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Passageiros obesos vão pagar taxa extra nos voos da Air France-KLM

As pessoas obesas vão pagar quase o dobro do preço para viajar com a Air France-KLM, se não conseguirem sentar-se num único assento, se o voo estiver lotado, anunciou a companhia aérea esta terça-feira.
"Estas pessoas pagarão 75% do preço de um segundo assento, além do preço normal para o primeiro assento ocupado", informou à AFP Monique Matze, porta-voz da companhia, alegando que a decisão foi tomada por motivos de segurança.

Contudo, os passageiros obesos serão reembolsados se o voo não estiver lotado, destacou Matze.

"Precisamos de garantir que o encosto do assento possa ser inclinado livremente para a frente e para trás, e que todos os passageiros estejam com os cintos de segurança devidamente apertados", explicou.

As pessoas que não cabem num único assento costumam inserir a extremidade do cinto de um dos assentos na fivela do cinto do assento ao lado.

Pagando dois assentos, a pessoa obesa está a assegurar dois assentos lado a lado.

A medida vai entrar em vigor em todos os voos da companhia a partir do dia 1 de Abril.

Os assentos de aviões têm uma largura de 43 ou 44 centímetros.

@SAPO/AFP

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

É proibido proibir

Na hora de adotar a dieta que vai fazer você entrar em forma de uma vez por todas em 2010, tire do cardápio as proibições radicais.

“Abolir um alimento é a pior armadilha para quem quer emagrecer”, fala a psicóloga Laura Cavalcanti, do Rio de Janeiro, idealizadora do grupo de apoio Emagrecer Dói? “Quando a pressão é demais, na hora em que você relaxa um pouquinho, acaba comendo o que pode e o que não pode e colocando tudo a perder.”

A regra vale até para refrigerante e chocolate, por exemplo, que todo mundo sabe que não deve abusar, mas que muita gente não vive sem.

Melhor do que cortá-los é controlar as quantidades e trocar com inteligência: em vez da bebida normal, fique com a versão light; no lugar do chocolate ao leite, prefira o meio amargo... e por aí vai.

Boa Forma

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Raparigas magras de mais podem vir a ter osteoporose

As adolescentes que se submetem a dietas rígidas correm o risco de sofrer, a longo prazo, graves problemas nos ossos, como osteoporose, indica um estudo realizado pela Universidade de Bristol, Reino Unido.
A pesquisa, realizada no âmbito do Children of the 90s Project, destaca o importante papel que a gordura desempenha no desenvolvimento dos ossos e, de forma particular, nos das adolescentes.

Os especialistas concentraram-se em mais de 4 mil adolescentes de 15 anos nos quais usaram técnicas de scanner, e calcularam a forma e a densidade dos ossos desses jovens, bem como a quantidade de gordura corporal que tinham. Foram constatados ossos maiores e mais grossos nos jovens que mostraram um maior nível de gordura.

Apesar de já se saber que a quantidade de músculos do corpo tem relação com o crescimento ósseo, a pesquisa ressaltou o papel que a gordura desempenha no desenvolvimento dos ossos.

Por exemplo, nas meninas, um aumento de cinco quilos na gordura corporal foi associado a um aumento de 8% na circunferência da tíbia.

Até ao momento, as pesquisas tinham-se concentrado na quantidade de músculo como um dos grandes formadores de massa óssea ao longo da vida.

O desenvolvimento de ossos fortes na juventude é particularmente importante para as mulheres, já que elas contam com uma probabilidade três vezes maior de sofrer osteoporose e sofrem até três vezes mais fractura de quadril do que os homens.

Jon Tobias, que comandou a pesquisa, adverte que a redução excessiva de gordura corporal poderá ter efeitos adversos nos ossos em desenvolvimento e causar problemas de saúde a longo prazo.

Fonte: Sapo Saude
Raparigas magras de mais podem vir a ter osteoporose
As adolescentes que se submetem a dietas rígidas correm o risco de sofrer, a longo prazo, graves problemas nos ossos, como osteoporose, indica um estudo realizado pela Universidade de Bristol, Reino Unido.
A pesquisa, realizada no âmbito do Children of the 90s Project, destaca o importante papel que a gordura desempenha no desenvolvimento dos ossos e, de forma particular, nos das adolescentes.

Os especialistas concentraram-se em mais de 4 mil adolescentes de 15 anos nos quais usaram técnicas de scanner, e calcularam a forma e a densidade dos ossos desses jovens, bem como a quantidade de gordura corporal que tinham. Foram constatados ossos maiores e mais grossos nos jovens que mostraram um maior nível de gordura.

Apesar de já se saber que a quantidade de músculos do corpo tem relação com o crescimento ósseo, a pesquisa ressaltou o papel que a gordura desempenha no desenvolvimento dos ossos.

Por exemplo, nas meninas, um aumento de cinco quilos na gordura corporal foi associado a um aumento de 8% na circunferência da tíbia.

Até ao momento, as pesquisas tinham-se concentrado na quantidade de músculo como um dos grandes formadores de massa óssea ao longo da vida.

O desenvolvimento de ossos fortes na juventude é particularmente importante para as mulheres, já que elas contam com uma probabilidade três vezes maior de sofrer osteoporose e sofrem até três vezes mais fractura de quadril do que os homens.

Jon Tobias, que comandou a pesquisa, adverte que a redução excessiva de gordura corporal poderá ter efeitos adversos nos ossos em desenvolvimento e causar problemas de saúde a longo prazo.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Hoje é dia de começar a fazer regime; confira algumas sugestões eficazes

Dizer que é preciso mudar hábitos alimentares para perder peso de maneira eficaz nem é novidade, certo? Mas a gente aposta que você, quando cisma que precisa emagrecer, corta um zilhão de itens do cardápio e acaba esquecendo de um detalhezinho fundamental: mexer também no seu comportamento.

Trocar o elevador pela escada, descer alguns pontos de ônibus antes do seu destino final, optar sempre por atividades que exijam algum exercício físico... Atitudes simples causam um tremendo impacto na hora de se livrar de uma barriguinha mais proeminente. E nem adianta torcer o nariz, porque o fato é comprovado.

Testado e aprovado

Um estudo feito pela área de Medicina Comportamental do Departamento de Psicologia da Unifesp (Universidade Federal do Estado de São Paulo) acompanhou 40 voluntárias com obesidade, pesando em média 84 Kg, que decidiram emagrecer sem usar qualquer medicamento, valendo-se apenas de metas que elas realmente conseguiriam cumprir (ou seja, sem regimes malucos ou exageros na academia).

Acompanhadas por nutricionistas e psicólogas, as mulheres foram incentivadas – em primeiríssimo lugar - a investir principalmente na autoestima. Acredita que a maioria delas sofria de compulsão alimentar justamente por não se gostar - ou era ansiosa demais e acabava descontando tudo no prato de comida? E elas nunca prestaram atenção nisso, claro. Não conseguiam perder peso e nem sabiam o porquê.

Encaminhadas para o devido tratamento, as voluntárias seguiram para uma próxima etapa: a procura por hábitos saudáveis e compatíveis com a realidade de cada uma. Foi basicamente aqui que entrou a história de trocar o elevador pela escada e tudo o mais. Elas deram um basta aos regimes doidos que recebiam por correntes de e-mail e decidiram dar um voto para a própria saúde. Uma delícia!

Obviamente, o cardápio das voluntárias sofreu alterações, sim. Mas nada radical, vale lembrar. Bem ao contrário, a ideia do projeto era sugerir que as pacientes procurarassem alternativas mais saudáveis para a rotina que elas já seguiam. Sem grandes esforços. Felizes.

Ao final do projeto, que durou dez meses, veio o surpreendente resultado: em média, cada mulher perdeu 4 Kg. E com autoestima reestabelecida, ganharam forças para tentar entrar, cada vez mais, em boa forma...

Porque não há nada mais desanimador – ao menos para alguém que quer perder peso - do que se esforçar, se esforçar, se esforçar e não conseguir diminuir um centímetro do manequim, sequer. Certo?

Quem sabe este não é o toque que faltava para você conquistar, de uma vez por todas, o corpo que sempre sonhou, hein? E mais: quem sabe não é disso que você precisava para lutar no time da sua própria saúde?

Inspire-se!

Fonte: Olhar Direto

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Tratamento nutricional dos transtornos alimentares

Pacientes com transtornos alimentares possuem inadequações profundas no consumo, padrão e comportamento alimentar, além de diversas crenças equivocadas sobre alimentação, o que geralmente acarreta piora do estado nutricional.

O tratamento nutricional visa a reverter tais alterações e promover hábitos alimentares saudáveis e melhor relação para com o alimento.

Os objetivos e características do tratamento diferem para a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, contudo, usualmente, a abordagem é dividida em duas fases: a educacional, cujas principais metas são a regularização do hábito alimentar e o aumento do conhecimento nutricional, e a experimental, que visa a propiciar maior reabilitação nutricional e mudanças mais profundas no comportamento alimentar.

As evidências existentes sugerem que o tratamento nutricional promove a melhora de tais parâmetros, porém, alguns comportamentos alimentares, como a sensação de incompetência ao lidar com os alimentos, permanecem.

Desta forma, mais estudos são necessários para que se possa de fato avaliar a eficácia da abordagem nutricional.

AUTORES: LATTERZA, Andréa Romero et al.

Clique aqui para fazer o download do PDF

Fonte: GranNutrille
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domingo, 3 de janeiro de 2010

Como melhorar a sua vida e ser feliz

Ginástica emocional
Gerir emoções nem sempre é fácil. Consiga-o com a ajuda destes exercícios.

Grita à mínima contrariedade? Entra num pranto por qualquer motivo? Bloqueia perante o primeiro problema?

Se as suas respostas forem afirmativas, quer dizer que tem dificuldade em gerir as suas emoções. Mas esta situação tem solução. Para saber qual é, pratique estes seis exercícios, imprescindíveis para conduzir os seus sentimentos com inteligência e os seus conhecimentos com sensatez.

Até há alguns anos, a inteligência só estava relacionada com um coeficiente intelectual elevado. Mas de que é que lhe serve ser um génio da matemática ou da física se não sabe aplicar estes conhecimentos a uma causa social nem comunicar de forma adequada?

Hoje sabe-se que existem vários tipos de inteligência, e uma delas é a inteligência emocional, um termo criado por dois psicólogos da Universidade de Yale (Estados Unidos da América), Peter Salovey e John Mayer, e difundida mundialmente pelo psicólogo, filósofo e jornalista Daniel Goleman. É a capacidade de sentir, entender, controlar e modificar os estados anímicos e de os usar em seu benefício. É a capacidade de ajustar a sua expressão emocional de forma a melhorar situações, sem manipular nem reprimir sentimentos.

Afinal de contas, o que é a inteligência emocional?

Muitas vezes temos a impressão de que os sentimentos são o nosso aspecto mais incontrolável. Mas, na verdade, não há motivos para que assim seja. A inteligência emocional é a capacidade de manipular as emoções de forma a mantermos o equilíbrio psíquico, de nos desenvolvermos em sociedade e, assim, sermos mais felizes.

Ao longo da História, o homem tem recebido pistas para se tornar capaz de analisar as suas emoções e optar pelo caminho certo. E, desta forma, obter grandes benefícios para si mesmo e para os outros.

O medo, a alegria, a raiva, a tristeza, a culpa... são emoções básicas mas, dependendo da pressão que exercem sobre si, podem ser-lhe úteis ou prejudiciais. Só que isso de nada serve se não a pusermos em prática.

Passe à acção!

Tenha em conta que toda a gente tem inteligência emocional. Incluindo você. Mas é preciso exercitá-la!

E já está na hora de passar das palavras à acção e de se desenvolver plenamente como pessoa, aproveitando ao máximo todo o potencial deste tipo de inteligência.

Para o ajudar a exercitar a sua inteligência emocional, siga os seguintes passos.

Pronto para começar?

Vai precisar de um caderno e de um lápis para pensar e tomar nota. Escolha uma situação da sua vida que lhe provoque mau humor e siga as instruções passo-a-passo. Depois, reflicta!

A situação: Descreva o problema.

Escreva uma característica da sua personalidade que lhe desagrade. Só uma de cada vez, não se distraia com todas as situações incómodas da sua vida quotidiana. Aponte-a da forma mais objectiva que conseguir e lembre-se. Só uma característica concreta!

Exemplo: «Quero dizer ao meu companheiro que as nossas relações sexuais não me dão prazer».

Os erros: Pensamentos negativos exagerados, preconceitos...

São distorções na forma de ver as coisas. De acordo com o psicólogo clínico Fernando Lima Magalhães, os erros mais frequentes costumam ser «concentrar--se nas coisas negativas, a catastrofização (pensar só na pior hipótese), a adivinhação (prever o futuro), a leitura mental (adivinhar o que as outras pessoas pensam), rotular, generalizar, dramatizar e achar-se responsável por tudo e por nada».

Exemplo: Está a generalizar e a dramatizar, se tende a antecipar o que ele vai pensar ou como vai reagir.

As primeiras emoções: O que sinto quando me deparo com esta situação.

Identifique as emoções e sentimentos que essa situação lhe causam. Trata-se da primeira coisa que sente, a primeira coisa em que pensa perante esta situação, nomeadamente raiva, inveja, tristeza, angústia...

Exemplo: «Sinto medo, insegurança, culpa» (frases generalistas como, por exemplo, «sinto-me mal» não contam).

Os novos pensamentos: Reformule e procure o lado realista, útil e funcional.

Chegou o momento de modificar as distorções e de as trocar por pensamentos mais adaptados à situação, mais objectivos, mais justos e realistas.

Exemplo: Perante o pensamento anterior pode pensar «vou preparar bem o que quero dizer para não parecer agressiva».

Os primeiros pensamentos: O que penso quando tenho estes sentimentos.

Existem pensamentos que deram origem a essas emoções. Tem de identificá-los e escrevê-los tal e qual como lhe passam na mente, mesmo que incluam palavrões. Poderão ajudá-lo perguntas como «Porque sinto...?», «Em que é que pensei para sentir...?»

Exemplo: «Porque é que tenho medo? Porque ele(a) vai aborrecer-se e vamos discutir».

As novas emoções: Voltar a ter sentimentos equilibrados.

Depois de todo o caminho percorrido, já pode perguntar a si mesmo. Como é que me sinto agora, perante a mesma situação, e com os novos pensamentos? De certeza que se vai sentir muito melhor.

Exemplo: O novo pensamento «vou preparar-me bem...» vai reconfortá-lo e aliviá-lo.

Texto: Madalena Alçada Baptista
Revisão científica: Dr. Fernando Lima Magalhães (psicólogo no Centro Clínico e Educacional da Boavista,
no Porto)

A responsabilidade editorial e científica desta informação é da revista Prevenir

Fonte: Sapo Saude